HISTORIA


         
A origem da Fazenda Cafezal se confunde com a fundação da Cidade de Jaguariúna, que remota aos tempos do antigo caminho dos Goiáses, quando por ali passavam os bandeirantes,tropeiros e boiadeiros rumo a Goiás e Mato Grosso. Com o florescimento dos Engenhos de Açúcar e, depois das enormes plantações de café, surgiram as grandes fazendas: as Casas Grandes e os Barões.

A fundação da cidade está ligada à decisão do Coronel Amâncio Bueno (primo de Campos Sales, que foi Presidente da República, e da baronesa de Ataliba Nogueira) em construir uma Vila em terras de sua propriedade, desmembrando assim, assim, a Fazenda que se denominava “Florianópolis”, vizinha da Fazenda Cafezal, transformando-a em uma colônia que começou a abrigar os imigrantes italianos e portugueses.

Aquelas ricas terras, vizinhas da próspera Cidade de Campinas, foram doadas por D. Pedro II e ocupavam a margem esquerda do Rio Jaguary. Esses imigrantes, observando que a construção da Estrada de Ferro era uma realidade que logo se concretizaria, começaram a transformar aquelas terras férteis em uma rica e promissora região agrícola, destacadamente com o cultivo de enormes cafezais.A Companhia Mogiana de Estradas de Ferro assentou seus trilhos na então Vila Bueno, com a inauguração da Estação de Jaguary, em 03 de maio de 1873. Neste mesmo ano ficou pronto o ramal de Amparo, numa extensão de trinta quilômetros.

Quando os trilhos do ramal para a Cidade de Amparo saíram da Vila Bueno em 1872, e seguiram pela margem esquerda do sinuoso Rio Jaguary, atravessaram a centenária Fazenda Cafezal, com seus mais de 3.850.000m2 que já àquela época, cultivava os frutos da família das Rubiáceas e possuía uma diversificada e rica Mata Atlântica, preservada até hoje.

Com seus Jequitibás frondosos e soberanos, suas figueiras imponentes em perfeita harmonia com as centenas de Majestosa Palmeiras Imperiais e os coloridos Flamboyant, Bounganvilles, Sibipirunas e Tupuanas que emolduram um local, de um paisagismo exuberante e esplendido abençoado pelo Criador.

Hoje como numa singela homenagem àquela cultura, os atuais proprietários da Fazenda Cafezal mantém cultivados, carinhosamente, nos jardins da casa sede, uns poucos pés de café, apenas por pura nostalgia e saudades, além da preservação da mata nativa e das centenárias árvores.

 
 
 


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